quinta-feira, setembro 24, 2015
A gente descobre o amor.
terça-feira, julho 17, 2012
Suave.

sexta-feira, setembro 10, 2010
A culpa.
Vai passar, nós dois sabemos que vai passar. Não hoje, talvez daqui um mês ou quem sabe alguns anos. Mas passará. Eu é que ando meio down estes dias, ou melhor, desde aquele dia. Não foi fatídico, não há como rotular, talvez eu diga apenas: alívio. Despejo, bonito. O problema todo é que eu não tenho certeza de nada e acho, sinceramente, que eu não devia ter contado. Mas eu havia perdido todo o meu controle mesmo, não conseguia contornar qualquer situação e achava que a qualquer momento explodiria. Então: booom! Foi aí que os meus olhos apertaram-se e por um momento senti as minhas pálpebras pesarem. Deságuei.
Eu esperava você do outro lado, mas continuou imóvel. E do lado de cá eu me desesperava, com uma dor imensa dentro do peito. Sabe quando se tem vontade de gritar ou chorar bem alto, não para que te notem, mas para se esvaziar? Então.
Acontece, porém, que desde aquele dia eu sinto um vazio enorme dentro de mim. Há sim, bonito, outras coisas ao meu redor, mas você era uma das mais bonitas. E pensar em você hoje me dói tanto, que sempre balanço a cabeça a fim de desvencilhar-me de ti. Não funciona.
E então eu choro copiosamente sempre que te vejo on-line ou então quando acordo de madrugada depois de tê-lo comigo, em sonhos, porque a dor de não ter alguém que se ama é excruciante. Eu não digo você em minha vida como namorado, amante ou coisa do gênero. Mas sim a ligação que a gente tinha, a amizade que era. Só que eu penso que é só isso. Me dá nos nervos quando alguém diz: ele fez isso, ele tem planos para aquilo e etc. E eu penso: porra, por que eu tenho que ouvir os outros falando de você? Porque eu não ouço mais de você. E então eu lembro que a culpa é minha.
Só que, doce, não podemos agir assim. Uma pessoa não é um doce que se enjoa, empurra o prato, não quero mais. Eu devo estar cobrando coisa demais de você e sem sentido. Acontece, porém, que eu não consigo me perdoar por ter afugentado você. Irremediável. E eu não queria dizer que te amava esperando que fosse recíproco, porque eu sei que você ama outra pessoa. Mas sair da minha vida de sopetão assim foi, é e está sendo cruel demais.
Você não sabe como me dói escrever essas coisas. Quase morte em vida.
sexta-feira, julho 23, 2010
Tudo isso é combustível, beibe.
O vento gritava ensurdecedor, castigando ferozmente as àrvores que se debatiam irrequietas. O barulho não incomodava, não naquele momento. Não se buscava dormir, de fato. Queria-se apenas pensar, sonhar deixara de ser essencial. Havia decidido que devaneios não permeariam seus pensamentos novamente. Mas pensar nele, naquele momento, era aceitável. Estivera perto, sentindo seu calor, apesar de indireto. E quisera permanecer com seu sorriso e até mesmo a sua voz que estivera há pouco falando "abóboras" ao seu ouvido. Queria apenas tê-lo, ali, assim, de qualquer maneira.
E talvez, meio grogue pelo sono que se aproximara, vira a luz que piscava incessantemente. Seu celular que, incrivelmente, anunciava que ele ligara. Respirou fundo. Atendeu. E sim, do outro lado da linha a voz que conseguia, sempre, aquecer seu coração, derreter qualquer bloco de gelo que houvesse dentro dela. A voz que conseguia despertar sentimentos inimagináveis. Forte, macia, calma e musical aos ouvidos. Falava doce, ou talvez, pensasse que dessa forma seria. Ou quem sabe. Tudo o que fosse dito por ele teria conotação doce, mesmo que não fosse a intenção. Ele era dela naquele momento. E pôde, por algumas minutos, ser também. De forma completa, sem meias palavras, entrelinhas como sempre fora.
A cada palavra proferida, ela desejava ter e estar. E mesmo sabendo que estas eram ditas sem pensar, talvez por alguma fraqueza e não por merecimento seu. Mesmo certa de que nada aí dentro a pertencia, ela o desejava. Sim. Talvez na mesma intensidade. Com os mesmo desejos e vontades, talvez, em outra ocasião o permitiria. Porque sentia que precisava do seu toque, dos seus lábios, do laço. Tinha vontade, mesmo contida, dele. Escondida. Desejava que aquela noite, os minutos, e quem sabe as horas se arrastassem lentamente. Porque naquele pequeno e único momento, desde sempre, sentia que ele era seu. Apesar de.
Mas a noite acabou e o que ficou apenas fora as palavras na memória que aos poucos vão esvanecendo. Que não tem mais tanta importância. Porque não foram ditas pensadas, não foram pesadas e feriram. E sim, não houve complicações no dia seguinte. Porque simplesmente o dia seguinte não existiu, ou melhor, correu como se nada houvesse acontecido. E assim, permanecerá na cabeça dela que as palavras foram ditas em mais um de seus sonhos.
Sim. Só para não sangrar mais o que ferido está no peito.
quarta-feira, junho 23, 2010
Minha água.
Abracei-te em sonho e quando acordei meus braços envolviam-me. Triste, eu pensei.
Triste é constatar que a distância entre nós aumenta a cada dia e que por mais que vontade eu sinta, acredito que é melhor assim. Não por mim, por você.
É que eu não quero acabar, entende? Com aquilo de bonito que ainda consta na memória. É que eu perdi o controle e já não sabia discernir o que era amizade e o que era amor. Ia te magoar. Cedo ou tarde.
Hoje eu choro.
sexta-feira, fevereiro 12, 2010
És meu sol.
Amo-te com toda doçura e calor de minh'alma. Sou-te por inteira. Sempre.
sexta-feira, janeiro 08, 2010
Querido A,
Quando eu te disse que a gente só perdia o que a gente tinha então eu não me importava muito com isso eu menti. Menti para ti, menti para mim e para todos os sentimentos que estão dentro de mim. Dói-me. Eu quis te mostrar que eu sou forte quando na verdade eu sou mais fraca que tudo, eu te sonho tanto, mesmo você sendo inatingível. Queria me desculpar por toda minha criancice que te irrita, que te irritou, que te provoca. Culpa minha todas as tuas reações, eu sei. E fico cá eu lamentando, chorando por palavras que vieram de ti, mas que na verdade foram provocadas por mim. Pura reação. Desculpe por me colocar sempre no lugar da vítima, mas tentei dormir ali desde que cheguei do trabalho e me foi impossível e acredito que o resto da noite será insone. Porque tu não tens mais paciência para mim. Perdoa.
Eu queria poder pegar uma borracha e apagar o mês anterior e esse início, mas não posso. Infelizmente. Então, eu não sei mais o que dizer. Eu tentei falar contigo há pouco no MSN, mas você me ignorou ou não estava perto, não sei. Não me doeu. Porque você tem razão em não querer falar comigo. Sou bem babaca e tu sabes. Eu só queria dizer, que se tu quiseres mesmo, eu vou embora. Se é isso que deseja mesmo eu me retiro e vai ser como se tu nunca tivesse me conhecido. Vai ser assim mesmo. Porque foi e vai ser sempre assim. Tu és bem mais do que eu mereço e isso é fato. E sem dramas eu descobri isso, por isso não há com o que lutar, apenas com o que se conformar. Perdoa-me as irritações, a paranóia e os muitos desatinos e obrigada pelos risos, conselhos e por passar tantas tardes e noites comigo. Acho que é isso.
terça-feira, dezembro 22, 2009
Ele.
Deixando silêncio ecoando pelos cantos
É grito calado preso na garganta
É choro abafado, contido, refreado
É ele que move os dedos dela
Que mexe com seu consciente e inconsciente
Que vive nos sonhos e devaneios
Não sabe que existe nela – dentro dela
Ele que escorre em suas lágrimas
Que não sai de seus lábios
Intrínseco a ela, tal qual liana em macieiras
Ele que a moldou doce
E conhecedora de seus sentimentos
Desenterrando o amor
Ele que não sabe
E talvez nunca saiba
Que existe e vive nela.
sexta-feira, dezembro 11, 2009
Não há memória;
Não te escrevi mil cartas, mas creio que me aproximo dessa contagem a cada dia, elas vão se amontoando dentro de meu computador em uma pasta chamada: Dele. Que ironia, não? Se realmente fosse tudo teu, tu terias acesso a todas as minhas doces, algumas ásperas e tristes, palavras. E eu te leio a cada página de Caio F. Abreu, da mesma forma, que te leio em Vinícius de Moraes. E cada linha, imagino-me escrevendo tantos amores, que nem cabem dentro de mim.
É assustador. Ver-te em cada amanhecer, no sorriso das pessoas, nas estações do ano, no ar, no frio e em tudo que a vida me proporciona. É estranho. Não ter as rédeas e saber que os meus sentimentos me dominam a cada dia. E eu vou gostando cada vez mais das tuas palavras, e fico me perguntando se você é realmente aquilo que vejo, ou se é somente a projeção daquilo que sinto, entende? É-me absurdo te ver em todas as coisas que admiro e gosto. E se eu deixar de gostar delas? Deixarei de gostar de você também? E então, o amor seria apenas isso te enxergar nas coisas e quando não mais te visse deixaria de gostar? Desamar?
E eu perco nessa incerteza que me consome aos poucos. Essa que eu insisto em cultivar, mas se você soubesse como eu me sinto. E não, minhas palavras não são bonitas assim para ‘embonitar’ o texto, tão pouco acho isso. É apenas forma de expressão que busco, refúgio. Querendo amenizar o que está empurrando todas as janelas, derrubando paredes e esse telhado dentro de mim. E sabe, bonito, eu espero que as coisas melhorem para mim. Não entendo a forma que isso se fará, só espero pacientemente que dentro de mim os sentimentos se aquietem. E que essas borboletas que insistem em debater-se dentro do estômago amansem.
É, eu disse que não falaria mais sobre você aqui, mas se eu não falar enlouqueço. Sim, hoje eu transbordei. Quis transbordar.
quinta-feira, dezembro 03, 2009
Silêncio eterno.
Eu imaginava as vidas que aquelas luzinhas iluminavam. É, as luzinhas que te disse no início, lembra? Não prestou atenção no que eu disse. Tudo bem, já me acostumei a isso. Então, elas estão vestidas de estrelas, mas não podem alcançar o céu, o máximo três ou quatro metros de altura. Não sei se estou certa, nunca gostei de pesos e medidas também, então certamente errei quanto a isso. Desculpe. Eu nunca acerto.
Mas uma vez é tudo sem sentido o que eu te digo, mas olhe, essa é a última vez. Eu prometo. Eu não falarei mais sobre você, nem implicitamente, embora você esteja tão intrínseco a mim. Não quero te aborrecer nunca. E isso não se diz respeito a minha segurança, e sim a nossa. Eu não quero te perder nunca, entende?
Só espero que entenda o meu silêncio eterno.
Eu desisti de mim mesma.
quarta-feira, dezembro 02, 2009
O muito amado – e a que muito ama.
Ele entrou na sala larga e iluminada, seus passos eram lentos, porém bem calculados. Observava a que o amava sentada lá, numa poltrona de couro marrom com as mãos sobre as coxas e os olhos vagos em direção a janela fumê. O céu estava nublado e não havia sinais de raios solares, claro – não havia nenhuma fresta ou sequer espaço que coubesse luz ali.
Virou-se para ela. Ela lhe fugia o olhar. Ajoelhou-se e a encarou nos olhos. Mesmo que tentasse uma fuga, seus braços estavam envoltos em seus joelhos. - Não ela não sairia dali. Ele pensava. A não ser que esperneasse bastante, mas sabia que tinha mais força que ela.
- E então, como estamos? – O muito amado perguntava a ela. Só queria que lhe fosse mais clara, nada de entrelinhas. Ele desejava apenas ouvir, mas os seus lábios estavam tão cerrados, como se ela os tivesse zipado.
Ela permaneceu como estava apenas com um vinco enorme na testa e suas sobrancelhas contrariadas. Ela não abriu a boca, a não ser para respirar. Faltava-lhe ar naquele momento.
E ele insistiu. Sem sucesso, claro.
- Feche esse livro, por favor. Olhe. Seria bem mais fácil se você me ajudasse a ler todas essas imagens que insistes em pintar em nós. Não me olhe assim, menina. É tão complicado dizer o que sente por mim?
A sua expressão mudou. Agora ela parecia triste, e os seus olhos inundaram. Ela apertou-lhe as mãos e disse:
- Até onde é permitido andarmos juntos? É só isso que preciso saber antes de lhe falar qualquer coisa, entende? Não. Sei que não compreendes, e eu jamais diria a você como me sinto se não tivesse certeza que houvesse possibilidades ou se estaríamos dispostos a penetrar naquilo que desconhecemos. Sabe? E então, é isso. Eu te quero perto para sempre – o meu para sempre se aplica ao agora – mas sabe que amanhã eu continuarei a mesma com você.
E ela lançou as suas mãos longe das dela. Esquivando-se como sempre fizera. E chorou piedosamente.
- A gente só sabe o limite, menina. Se dermos os primeiros passos. E então. É difícil demais dizer o que há aí dentro.
- Se eu lhe disser o que há aqui dentro, tudo mudará em nós. Não me olhe assim, por favor. Não, devolva-me o livro. E não, esse personagem não é melhor que você, sim o teu sorriso me é mais gostoso.
Inspirado no comentário de Natália Corrêa.
terça-feira, dezembro 01, 2009
Eucaliptos;
E então eu avistei ao longe uma fileira indiana de eucaliptos, e me dei conta de que eu penso em você todas as vezes que eu os olho. Não. Você não parece um eucalipto – me escute. É que quando eu era criança achava-os tão majestosos, imponentes e costumava deitar sob a sua sombra, achava uma delícia, amava aquela sensação. A mesma que sinto quando eu penso em você, sabe?
Então, eu fiquei imaginando o que você pensa quando os vê também. Sim. No caminho de sua casa. Você já observou que fazemos a mesma trajetória em direção a nossas casas? Exceto por você ir para outra direção, entrar em outra curva. Assim, como acontece com a gente. Sempre caminhamos em direções opostas, infelizmente. Queria saber se será sempre assim, se não mudará. Você poderia me responder?
Olhe pra mim, por favor. Seus pés são mais interessantes do que o meu rosto? Tudo bem. Não precisa olhar para mim - Pare. Não enxugue as minhas lágrimas, eu gosto dela. Do sabor delas. Elas me dizem que você é real em mim. Então não as tire de mim, por favor.
Sabe, essas coisas que tento te dizer não se dizem costumeiramente. E eu reconheço que vivo falando por metáforas, mas você não me ajuda também. Essas analogias que eu crio para te levar a entender o que se passa dentro de mim é chato. Eu sei. Mas me cale a próxima vez que eu tentar falar dessa forma, não sei. Encoste-me na parede. Não, não faça isso.
Tudo bem então. Esqueça tudo o que eu disse. Que tal falarmos de música, literatura – tudo bem sei que não gosta dos meus livros, mas podemos falar sobre O grande sertão veredas. Ta, confesso, eu não li. Mas você podia fazer uma resenha pra mim, né? Eu só escutaria. Sabia que Plutão deixou de ser planeta? É, verdade. Já tem quase um ano.
Só me fale alguma besteira, para romper esse silêncio em nós.
sexta-feira, novembro 27, 2009
Só atenda, por favor.
Eu sei que já está meio tarde e o relógio insiste em dizer que é hora de dormir, mas atenda ao telefone. Por favor. É que – excepcionalmente hoje – criei coragem de lhe falar. Sim, que esperaria você na praça de vestido florido com tranças nos cabelos e bochechas rosadas, que eu te levaria um buquê de rosas depois do expediente e lhe entregaria as vinte e duas cartas que te escrevi desde as 08 da manhã. Que eu continuaria apaixonada por você, mesmo que você adotasse um estilo skinhead. Só me atenda.
É que eu sinto que estou me perdendo dentro dessas poesias que insisto em escrever dentro da cabeça. Olhe. Vou te confessar que ando com um bloco de anotações – não ria – só para escrever cada sensação e sentimento quando eu me lembro do teu sorriso largo. Os meus dedos estão doendo de apertar o redial, mas parece que você não está. Olha a minha mãe veio até aqui e perguntou o porquê de meus olhos estarem vermelhos. Sabe a minha rinite alérgica? Eu nunca amei tanto ela. Minha mãe acreditou.
Acho que meu xarope está vencido. Deve ser isso. Talvez se eu estivesse em sã consciência não teria tirado o telefone do gancho. Sou bem insana mesmo. Você diria inconstante, eu sei. Mas também não diria nada. Afinal te sou amiga, apenas. E você me dói, não por me doer propositalmente, entende? Acho que a culpa da ferida que está crescendo dentro de mim sou eu mesma.
Tudo bem, vou desligar o telefone. Nem precisa retornar a ligação. Não vou estar acordada mesmo e talvez a coragem de lhe falar já tenha se esvaído.
É eu tentei.
segunda-feira, novembro 09, 2009
Esperança.
– Tolo! – pensei eu, ofendendo ao meu coração.
Mas eu não te vi, a não ser dentro de minha mente, com meus olhos fechados e o pensamento longe. É sempre assim quando eu quero te ver, só fechar os olhos.
- Inspirado [parcialmente] na música BAADER-MEINHOF BLUES do Legião Urbana.
sexta-feira, novembro 06, 2009
Reticências;
Não é você – Eu digo. - E talvez seja minha culpa.
Procurar culpados não amenizaria nada que martela cá dentro. Martelo, marreta, coração. Queria mesmo um golpe certeiro para espatifá-lo. É o que tu mereces.
- Coração idiota, burro e masoquista! Odeio tanto você. Er, com a mesma intensidade que te agradeço e te amo por sentir tudo o que sinto.
E a noite, assim como as outras, fora inquieta. Flagelante, talvez. São as palavras que ecoam em minha cabeça que não me deixam em paz, lágrimas, choro devastador, cenas, falas. Por que tinham que me dizer aquilo? Já não disseram há anos atrás que o quinto mandamento é não matar? Então porque insistem em matar a esperança que trago dentro de meu peito, mesmo que ínfima? É pedir demais que respeitem o meu sentimento? É tanta maldade, bonito.
Sim, eu compreendo o meu lugar e jamais, em momento algum, eu quis atravessar este limiar que “impomos” um ao outro. E por que se importam tanto com a nossa vida? Não compreendo. Se nada disse, e de minha boca uma palavra sequer fora proferida para não dar margem a ninguém, que diabos desejam afinal? Onde eles vêem meu sentimento? Será que os meus olhos denunciam tanto assim?
Eu desejo tanto sumir da sua vida para lhe dar espaço, não ser tormento, mas meu coração fica em pedaços somente de pensar nessa possibilidade. Eu não tenho forças, de verdade. Para ficar sequer um dia longe de você, quem dirá a minha vida inteira.
Eu não sei até quando ficarei dessa forma, mas enquanto isso só me deixe quietinha. Dentro de minha concha...
terça-feira, novembro 03, 2009
Amo você.
Não sei como aconteceu, como você começou a fazer parte de mim, só sei que hoje é impossível imaginar minha vida sem a tua. Meu sorriso sem o teu, meus dias sem tua 'presença'.
Você é bem mais do que eu mereço, eu sei. Mas é o que mais apeteço nesse momento.
Mesmo que eu brigue, fique brava, chore de raiva, o que há aqui dentro é imutável, eu sei.
- Chegue bem perto de mim. Me olhe , me toque, me diga
qualquer coisa.ou não diga nada, mas chegue mais perto.
Não seja idiota, não deixe isso se perder, virar poeira, virar nada.
quarta-feira, outubro 28, 2009
apego;
- Esse apego que não quer ir embora, que não me deixa em paz.
