Rê Vieira

Me peguei apaixonada por você

18:17



Quem nunca se perdeu em uma grande paixão, não sabe a delícia entre o prazer e o medo do poder de um sorriso, a ternura de um abraço ou até mesmo na profundidade de uma saudade. Me peça para decorar a fórmula de Bhaskara, os elementos da tabela periódica, e quantas pirâmides existem no Egito, mas não me peça para definir em palavras meus sentimentos por ti. É uma mistura tão complexa que ao ser definida pode perder o sentido. Tudo o que eu sei é que me pego com um sorriso de canto, um olhar cabisbaixo e uma cabeça cheia de planos, e um coração abarrotado de sonhos.

Eu já conheço esses sintomas, só que dessa vez veio forte, de uma maneira ainda não experimentada. Não consigo definir o gosto do seu beijo, tão pouco o cheiro da sua pele, mas eu poderia morar no seu abraço e não me incomodaria nenhum pouco que dessa vez você bagunçasse a minha vida. Já gostei antes, já sonhei antes, e hoje nada é mais como antes.

Ele me ganha nos detalhes, ele não é romântico, não é de ligar constantemente, mas sempre aparece nos momentos exatos, ele tem um caminhão de defeitos, mas só ele tem o sorriso que traz a paz que preciso, ele é livre e é fugaz, eu sou poeta, gosto de cinema, música, livros e tarde de verão. Ele é do tipo intenso e de prazer rotineiro, eu sou de pele, alma, desejo e um pouco de coração. Coração o meu que outrora foi destruído e para mim mesma jurei nunca mais sentir essa coisa que deixa o estômago embrulhado, as mãos frias, pernas bambas e hormônios acelerado. Mas ele tem me invadido tão lentamente, que em mim não existe mais parte que ele não tenha sua marca deixado.

Logo eu que sempre tão cautelosa, fui me perder no meio do seu sorriso, aquele que tem o dom de me alegrar nos momentos mais difíceis, e o que era para ser só um momento, ainda é, e me mostra nas atitudes que continuará a ser, queria eu poder arrancar de mim metade do que sinto, porque eu sei que sentir é perigoso, mas acontece que até mesmo na abstinência encontro vestígios de você.

Confesso que me assusta e a razão grita para que eu corra em direção oposta, e mais uma vez eu me vejo na roleta russa que é a vida e jogo todas as fichas e aposto mais uma rodada em nós. E cada vez que me deixas em casa, eu repito para mim, vou gostar dele só um pouquinho, e assim venho prometendo dia após dia, até no momento que eu mesma tropecei nas palavras e descobri, não tem mais como esconder, é tão claro o que eu sinto, e hoje sem medo algum eu confesso: “me peguei apaixonada por você”. 


Gabi Barboza

Dia desses acordei pensando em você.

09:48


A chuva caia. Eu estava pensando, tentando pegar no sono de novo. Virava de um lado pra outro. Eu nem queria acordar mesmo. Na real, a vontade era sonhar com você. Dias de chuva me dão um sono inexplicável. E, se tem uma coisa que eu amo nessa vida, essa coisa é dormir.

Já que não conseguia pegar no sono, acordei. Tomei meu iogurte e fiquei ouvindo a chuva. Caia bem calminha, dava um sono pesado. Lembrei de como você me olhava com carinho, com cuidado. Lembrei daquele dia que me disse que eu estava linda, de saia e blusa de manga. Eu estava toda normal, o cabelo pra cima. Fiquei sem graça aquele dia, moço. Mas amei o elogio.

Mulheres amam elogios. Em relacionamentos que estão começando. Em relacionamentos de anos e anos. E até de pessoas que acabaram de chegar na vida dela. Você tinha acabado de chegar em minha vida. Cheguei a pensar em deixar você me olhar mais. Adorava a forma que me olhava. Amava como você parava tudo e vinha ao meu encontro, quando entrava em seu setor. Sempre me ajudava com cada coisa que eu precisava entregar à sua equipe. Me ajudava a encontrar cada pessoa.

Aquele dia em que achou assunto do nada foi uma piada. Ficamos os dois rindo e eu percebi que você estava mesmo enrolando pra que eu ficasse ali mais um pouquinho. Dias depois, almoçando, você me confessou isso e eu fiquei bem sem graça. Mas adorei. Aliás, nunca te agradeci pelos minutos legais e leves naquele dia. Foi um dos melhores almoço que tive na empresa.

Entendi o porquê da mulherada ali, sentir ciúmes de você. E te rodear tanto. Era tudo brincadeira, mas acho que rolava mesmo uma ciumeira maluca! Você sempre foi legal. Presente. Gentil. E a gente gosta disso. Mas eu não quis ficar no seu pé como as outras faziam. Nunca gostei disso.

E também, naquele tempo, eu estava machucada. Decepcionada demais para acreditar em alguém de novo. Tinha saído de um relacionamento doentio. Queria só respirar e me amar, me cuidar. Decidi viver um tempo sozinha. E talvez, pudesse ter acontecido algo de bom. Mas eu estava fechada pra isso.

A chuva caiu até o meio da tarde. E eu me lembrei de cada olhar. Na verdade, eu fiquei me perguntando se poderia ter acontecido algo. Mas eu estava num momento muito meu. E cheguei à conclusão de que as coisas acontecem na hora certa. E o amor, ele vem do nada. Quando a gente menos espera.

Prefiro ter essa boa lembrança de você, do que controlar meus pensamentos por você nem merecer um segundo meu deles. Obrigada por cada olhar!



Pâmela Marques

Amor se conserta, se remenda, se costura.

17:05

►Ouça enquanto lê: Dia Especial, Tiago Iorc.◄

Nós somos um amontoado de angústias, desejos, dúvidas e sensações. Nós somos a nossa criação e o modo como observamos o mundo que nos cerca. Abraçar alguém, chamá-lo para morar em nossas vidas, não é uma simples tarefa. É necessário que abramos não somente a porta da casa, mas é preciso que se apresente os cômodos por inteiro. Trazer alguém à nossa vida requer cuidado. Não porque o outro venha de assalto e te roube a vida, mas porque é fundamental que saibamos que a casa não ficará arrumada da mesma forma. Haverá dias que em cima do sofá ele deixará um prato sujo, outros em que ela deixará a calcinha pendurada no registro do banheiro ou, deixará, ainda, que o cachorrinho deite em cima da cama. 

Haverá dias que a vontade de sumir será maior que o desejo de ficar. E, nem por isso o amor deixará de existir. Haverá dias em que nós amaremos baixinho. Dias em que nós fixaremos o olhar na foto recém mudada no whatsapp ou que fecharemos o olhos e lembraremos o quão bonito é o sorriso dela. Dias em que sorriremos ao lembrar dos cinco dedos na perna dela e a vontade esmagadora que tinha de sair mordendo porque a achava "fofinha" demais. Haverá dias difíceis em que a razão brigará com o coração. E então, o danado do coração, nos lembrará do adeus no metrô e das seguidas mensagens: "vamos comigo, ainda dá tempo, por favor!"

São nesses dias tenebrosos que a vida levará o amor à prova. Queremos viver intensamente apaixonados. E não compreendemos quando a vida muda um pouco aquilo que imaginávamos. Apaixonamos ao longo de nossas vidas inúmeras vezes. Mas amar, ah! Amar é algo de outro mundo. Só quem experimenta o amor recíproco é que sabe a dádiva que é olhar nos olhos do outro e ver um eu te amo sem ser pronunciado. Só que se vê dentro do outro sem medo, sem culpa, é que sabe o quanto vale a pena toda a distância e todos os dias riscados no calendário.

Amar requer paciência. Quando decidimos por alguém, por amá-lo, abraçamos não somente suas qualidades, mas os defeitos, os traumas, as manias e uma porção da bagagem que ele carrega consigo. Amar é uma luta diária e só nos damos conta disso quando os defeitos começam a surgir. Nós olhamos para a pessoa e dizemos: "ei, vou te devolver para a sua mãe. Ei, vou fazer uma queixa no PROCON". Brincadeiras à parte, amar requer olhar para o outro e compreender que haverá dias em que discordaremos e que os defeitos gritarão demais. Mas quem ama entende que não há nada neste mundo que não possa ser mudado, corrigido, ensinado.

Amar é sofrer um pouco. Quem não ama dá adeus sem pestanejar, não se prolonga demais na casa, não aguarda a xícara de café. Quem não ama simplesmente vira as costas, não se importa se o outro está sofrendo, se está tomando seus remédios ou se alimentando direito. Quem não ama não vê a face do outro na música preferida dos dois, não tem noites insones pela preocupação do amanhã. Quem não ama não se importa se o outro está tendo um dia de cão. Só quem ama é que sabe o quanto a pessoa se faz presente mesmo quando está ausente. O quanto ela significa nos momentos difíceis e o quanto é bom correr para ela e contar as suas vitórias.

Quem ama compreende o tempo de Deus. Aquele tempo em que Eclesiastes 3 diz: que há tempo para tudo debaixo dos céus. E quem ama, também entende, e sabe que o amor de Coríntios 13 é a maior explanação do que ele representa. Amor é benigno, mas, acima de tudo, tudo espera. E sabemos que amamos alguém quando tudo nos indica a partir, mas o coração a todo momento deseja ficar. E ficamos. A gente não escolhe o amor. Ele que nos abraça. 

Amor de verdade não se joga fora. Amor se conserta, se remenda, se costura. 

Relacionamentos

Recomeça, moça!

15:58



►Ouça enquanto lê: Recomeçar, Tânia Mara. ◄

Ei, moça! Acabou, né? E o que você faz? Recomeça! Enxuga essa última lágrima que caiu por alguém que definitivamente não merece 1% do seu amor. Ele te fazia feliz? Não se engane, moça. Você com seu amor intenso que se fazia feliz o tempo todo, sozinha. Era você que cultivava todos aqueles sorrisos, que tinha tantos planos lindos. Era o seu coração transbordando as coisas boas que você tem no peito. Mas no momento alguém sem um coração bonito igual ao seu, resolveu te dar espinhos ao invés de flores. Mas calma, moça, não se desespere. Afinal, o mundo é pequeno e cada um oferece o que tem de melhor. Se ele não quis o seu jardim, azar o dele que não vai ter os sentimentos mais bonitos do mundo ao seu lado.

Eu sei que a sua sensibilidade está à flor da pele, entendo também que a saudade às vezes aperte. Mas você também tem que compreender que se ele quisesse estar andando de mãos dadas contigo, se ele quisesse te fazer sorrir, ele não teria partido. Mas ele foi embora. E você vai mesmo ficar acabada por alguém que simplesmente partiu seu coração e desistiu de você? Eu espero mesmo que não, que você encontre a sua dignidade e se recomponha. Coloca na sua mente que você não merece ficar triste por nada e ninguém nesse mundo. Repita quantas vezes for necessário que você merece ser muito feliz independente do que acontecer pelo caminho.

A estrada nem sempre é fácil, mas eu tenho certeza que você é forte o suficiente para enfrentar todos os empecilhos dessa vida. De cabeça erguida, com fé nos passos, sorriso no rosto e de braços abertos para receber o novo. Novo que só vai te abraçar se você se permitir experimentar. Tente quantas vezes for preciso, ser feliz tem que ser o mantra do seu coração. Nada de deixar para depois, que se valorizar e se colocar em primeiro lugar seja o seu lema. Não insista mais no que te faz mal e te impede de sorrir levemente. Liberte-se desses nós, se reinvente e siga em frente. Moça, você é tão linda, sorria mais, se ame e leve a vida simplesmente.



Bárbara Fróis

RESENHA – NAMORADO DE ALUGUEL

12:20



SINOPSE: Quando Bradley, o namorado de Gia Montgomery, termina com ela no estacionamento do baile de formatura, ela precisa pensar rápido. Afinal, ela vem falando dele para suas amigas há meses. Esta era para ser a noite em que ela provaria que ele não é uma invenção de sua cabeça. Então, quando vê um garoto esperando pela irmã no estacionamento do baile, Gia o recruta para ajudá-la. A tarefa é simples: passar por namorado dela — apenas duas horas, nenhum compromisso, algumas mentirinhas. Depois disso, ela pode tentar reconquistar o verdadeiro Bradley. O problema é que, alguns dias depois do baile, não é em Bradley que Gia está pensando, mas no substituto. Aquele cujo nome ela nem sabe. Mas localizá-lo não significa que o relacionamento de mentira deles acabou. Gia deve um favor a esse cara, e a irmã dele tem a solução perfeita: a festa de formatura da ex-namorada dele — apenas três horas, nenhum compromisso, algumas mentirinhas. E, justamente quando Gia começa a se perguntar se pode transformar seu namorado falso em real, Bradley reaparece, expondo sua farsa e ameaçando destruir suas amizades e seu novo relacionamento. Inteligente e maravilhosamente romântico, Namorado de aluguel retrata a jornada inesperada de uma garota para encontrar o amor — e possivelmente até a si mesma.

LIVRO: Namorado de aluguel
AUTOR: Kasie West
ANO: 2016
EDITORA: Verus
PÁGINAS: 250 
NOTA: 4/5

No dia de sua formatura, Gia se vê solteira no estacionamento da sua festa de formatura minutos antes de entrar. Bradley agora seu ex-namorado, termina o relacionamento e a deixa sozinha. Gia se sente perdida, sem saber o que fazer, como vai provar a suas amigas que Bradley realmente existia? Que seu (ex) namorado não era uma invenção de sua cabeça.
Preocupada e com medo de perder a amizade de suas amigas, Gia tenta encontrar uma saída. É quando um garoto surge de dentro do carro lhe perguntando se ela precisa de ajuda, e ela tem a maluquice de lhe pedir para que fosse seu namorado de mentira por uma noite. E para surpresa de Gia, o garoto aceita e faz o papel perfeitamente, tudo como eles haviam combinado.
O que Gia não esperava era que após toda essa farsa, as coisas se complicariam tanto, ela não imaginava que cairia em um rede de mentiras e “investigações” por parte de uma das amigas.

Apesar de ser um romance bem clichê e previsível, o enredo é bem gostoso e divertido, dei muitas risadas com as trapalhadas da Gia. No começo Gia é um adolescente bem fútil, preocupada apenas em provar para todos que tinha uma vida perfeita, provar para a nova integrante do grupo, que ela era a mais popular da escola e que além de tudo isso ela também namorava um carinha que já estava na universidade. Com o desenrolar da história Gia vai amadurecendo e percebendo que a vida não se baseia nas curtidas das redes sociais. A crescente dela durante a história é nítida e eu gostei bastante.
Não posso deixar de dar um destaque para a irmã do “namorado falso” da Gia, ela ganha a cena durante o livro. Ela é uma das responsáveis por todo o amadurecimento da protagonista.
E essa foi mais uma leitura deliciosa. A escrita da Kasie é bem fluída e gostosa, li em um dia. É um ótimo livro para que está de ressaca e procura algo leve e divertido.


Pâmela Marques

Mais de 1000 km

14:00


Ouça enquanto lê: Photograph, Ed Sheeran.

Amar é tarefa diária. Você não acorda e diz: “hoje te amarei menos”. Mas você pode acordar hoje e dizer: “posso ficar um pouco sozinho?”. Quem ama compreende que haverá dias em que o Sol surgirá e nos alimentará com sua Vitamina D, e que em outros dias a chuva virá e nos molhará a alma. Amar não é ter certeza de tudo. Ninguém inicia uma história imaginando, quantificando, o que acontecerá dali a três anos. O tempo é o seu próprio dono e não cabe a nós domá-lo.

Amar é tarefa árdua. Você olha para o outro e quer abraçar suas dores, mas compreende que nem sempre será possível fazê-lo. A vida não é uma prova de matemática que dá pra se colar. Não há como passar a perna em nosso destino. Não há como dizer à vida: “fique parada, não se mova, espere eu ter a solução de tudo”. A vida passa. Cruel e implacavelmente. E ela bate. De uma forma em que nos desmonta. Não é apenas o coração que dói, mas a mente. Nos falta força. Nos sobra descontentamento.

Amar é olhar para o outro. Olhar não é enxergar. Enxergar requer minucia. Quem olha apenas observa a superfície. Não adentra. Não se aprofunda. Amar requer mirar o coração do outro e entender que haverá dias difíceis e ter paciência, perseverança, para ajudar o outro a atravessar essa fase da vida. Amar é dar a mão, mesmo que não se saiba o motivo. É dizer: “eu estou aqui mesmo que você não queira dizer nada”.

Amar é doído. Amor não é jardim sempre florido. Nele, vez ou outra, também nascerão algumas ervas daninhas e lagartas impedirão suas flores de se mostrarem majestosas. Mas amor é, acima de tudo, cuidado. É ser jardineiro e cuidar das plantinhas ressequidas. É olhar para elas e dizer: “não se preocupe com as dores (ervas daninhas) que te cercam. Eu cuidarei delas”.

Amar é dar espaço. Mesmo que esse hiato nos cause estranheza ou nos amedronte. Ninguém pode amar alguém sufocando. Nós não podemos transformar o nosso amor em carcereiro daquele que deve estar e ficar por livre espontânea vontade. Amor deixa livre. O que nos poda as asas ou nos impede de transitarmos livremente é tudo, menos amor.

Alguns quilômetros me fizeram descobrir o que é realmente amar. Amar é não ter certeza de muita coisa. É vacilar vez ou outra. É dizer que não está preparado, mas ainda assim pagar para ver. A gente sabe que ama quando diante dos problemas a gente não desiste. Se não há solução agora, oras! A solução surgirá mais adiante. Amar é pagar pra ver. É ver que não se tem um centavo no bolso, é compreender que o caminho é longo, mas ainda assim caminhar.

Amar é experimentar a felicidade, tê-la em braços, provar em seus lábios e dizer: “valeu a pena até aqui e valerá muito mais”. É olhar com gratidão para quem não desistiu e reconhecer que cada palavra, cada incentivo, cada gesto, foi necessário e se alegrar com isso. É pensar que a vida não teria muito sentido sem. É acreditar que a vida tem muito sentido agora que somos.

São mais de 1000km que me separam do meu amor e da minha dor. Amor é tudo isso aí acima e um pouco mais. Não há como se amar sem experimentar um “tico” de angústia. Quem ama padece. Mas quem não ama, meus amigos, padece muito mais. Amar é experienciar o céu na terra. Tolo é aquele que após encontra-lo o deixa ir. 


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