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sexta-feira, agosto 26, 2011

Mil cores.

Eu não compreendo como vem sendo fácil transcrever, ou melhor, traduzir o que meu coração anda sentindo ultimamente. É suave. E tento não ir com tanta sede ao pote, por isso tenho me resguardado a transpôr em linhas o sentimento, porque tenho aquele medo leve de embonitar demais as coisas, entende?

Mas, nesse emaranhado de sensações, eu percebi que a água já cobre a minha cabeça, afoguei-me no sentimento e juro que não há como voltar. Tu não compreendes ainda o efeito letárgico que me causa com esse teus olhos de mil cores que sorriem para mim, tu não sabes que a tua voz me é convidativa. Sim, a mergulhar dentro de ti.

E tu não sabes, não sabes e não sabes.
Ainda.

Porque a qualquer momento estará tão visível na minha testa, quanto um letreiro nova-iorquino e mesmo que eu tente disfarçar não haverá escapatória. É que tu me vens assim, de mansinho, às 10h, ao meio-dia, às 17h e essa incerteza de horários, essa inconstância me dá um angústia. Em meu pensamento sempre há aquela interrogação: ele virá hoje? Daí tu, com a tua maestria, me vem sorrindo alegre e desconcertante.

Eu, sinceramente, queria fazer diferente dessa vez. Ser mais fria e calculista, pisar com calma no terreno arenoso, mas eu não estou conseguindo. Percebeste? É. O teu sorriso parece que já me conhece.

Tá vou parar de escrever. Ando embonitando demais e já estou ficando é boba.


Dedos inertes por um bom tempo de agora em diante ;)

sábado, agosto 20, 2011

Não dá pra disfarçar.

"Gosto de ficar te olhando, passo o tempo imaginando teu modo de amar.
Toda vez que eu te vejo, eu te quero e te desejo não dá pra disfarçar..."
Araketu












Okay. A minha playlist anda se modificando aos poucos desde que você veio morar em mim, mas dizem que quando começamos a enxergar o amor nas pessoas olhamos tudo de um ângulo diferente. É estranho saber que você consegue, sem querer-e-saber, dominar os meus sentimentos. E tudo isso que estou sentindo é tão novo e intenso que por vezes eu penso: pisa no freio, Mel. Mas eu não estou conseguindo, saca? É que os teus olhos me convidam a navegar em você, quando tu vens todo de mansinho com teu sorriso largo me perguntar sobre a vida. Eu me derreto.



Vou ouvindo esses pagodes da vida e os meus amigos cult's dizendo: Mel, onde está a bossa nova? Eu sinceramente não sei o que responder. Acho que a bossa nova é isso que estamos vivendo agora, essa doce-vida de comercial de margarina que vou criando aqui dentro da cabeça. Do coração. É que tu me provocas sensações inimagináveis, indescritíveis eu diria e apesar de gostar muito de tudo isso, estou começando a ficar com medo. Medo esse que se esvai quando tu vens e me chama Mel. O coração acelera e eu fico sem ar, meio tonta e eu sei que tu sabes o por quê.



Eu precisava somente expressar um pouco em palavras o que anda arrebentando todas as portas e janelas existentes dentro de mim. Precisava apenas pôr um pouco desse sentimento pra fora. Ando amando a tua presença na minha vida.

domingo, agosto 14, 2011

Sereno

O segredo é não 'embonitar', bonito. E o meu coração repete diversas vezes cá dentro: - calma, não tenha pressa. E eu venho lutando com força para não colocar os carros na frente dos bois, é porque você ainda não sabe, mas eu sou muito impulsiva. Sinto tudo com muita intensidade e com vontade. E isso é sem demora, entende? Eu quero o agora, eu sonho muito com o amanhã e acho que isso pode até ser um defeito meu como ser humano, mas uma qualidade como poetisa que insisto em ser.

A cada dia que passa os teus olhos me convidam a adentrar o teu coração. E tu não sabes como me dá medo toda essa vontade de ser, estar e ficar com você. É que tu não compreendes ainda o quanto consegues deixar-me desnorteada com esses teus olhos cor de mel, que insistem em esverdear vezenquando, que insistem em me afogar a cada instante. E eu vou devaneando aqui como será o amanhã quando eu vir o teu sorriso largo e teus olhos rasos de encontro aos meus. É que, talvez, não tenhas percebido o quão nervosa me deixas com as tuas tentações voltadas para mim, a minha falta de jeito quando tu vens puxar conversa.

Tu não sabes.

E eu vou me perdendo em você, mesmo em meio aos hardwares e softwares da vida e até mesmo nessas equações e combinações que insistem me atormentar. É que tu me vens tão intensamente, principalmente nas aulas de trigonometria e fico tentando somar sempre a gente, multiplicar, entende? É que eu não imaginava que esse sentimento tão adormecido pelos anos, fosse reacender logo agora, anos depois. Eu te quero, doce. Como a lua anseia banhar-se no mar em uma noite quieta e tranquila. Sereno. É assim que eu te quero. Com toda essa tua diversão, com os teus defeitos e com as tuas vontade.

E que eu seja vontade - vontade tua, e que tu sejas para mim a doçura que necessitava para adoçar os meus dias. Quero-te quieto, manso, presente e envolto em meus braços.