Talvez.

Talvez eu não esteja preparada para seguir a minha vida. Ando estacionada no mesmo local desde que você foi embora e duvido que consiga, por ora, caminhar novamente. Eu não tenho mais sonhos com você, não desejo mais vê-lo ou ouvir a sua voz ao telefone. Só desejo que você se retire do meu coração. Que haja uma amnésia forte o suficiente para que você saia do meu coração. De vez.
Talvez eu seja masoquista mesmo. Ou talvez só não tenha sorte no amor, nos jogos e em tudo que a vida me oferece. Houve uma época em que a vida era mais leve e eu não me preocupava tanto. Só que os dias correm tão rapidamente e, por mais que eles corram, você se mantém vivo dentro de mim. Como eu odeio tudo isso. Como eu odeio que você ainda seja e esteja.
Eu estou tentando seguir a minha vida sem muita sorte. Vez ou outra alguém toca no seu nome e vem me contar da sua vida. Como se a prisão que vivo não fosse dolorosa o suficiente. Eu não sei até quando a vida será minha carcereira. Sei que hoje dói e se pudesse dormiria sem acordar.
Não por sua causa, mas por minha causa. Mais uma vez...

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2 comentários

  1. Own Melzinha...
    Que triste isso, de ser prisioneiro de si mesmo.

    Que as memórias se tornem menos dolorosas. Se não há meios de removê-las totalmente, então que elas apenas não machuquem.


    Vem cá, veeeeeeeeeem. Deixa eu te dar um abraço!

    \___________o___________/
    uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuupaaaaaaaaaaaaaaa

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  2. Ai, amiga!
    Tô tentando me libertar disso, sabe? É difícil, mas aos poucos vou conseguindo. Colocando a vida no eixo :)

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