Nostalgia ontológica do objeto ideal.

11:35




O amor de hoje não é o mesmo de ontem. Isso por que o amor e as formas de amar se transformam aos longos dos anos.  A idealização Platônica do amor, como um valor em si mesmo, dá espaço à concepção de que amar é vivenciar o verdadeiro bem.

Certo dia li um inserto de uma crônica que fez todo sentido “Amores são como sapatos: com o tempo deixamos de almejar apenas a beleza e passamos a procurar o mais confortável e o que dure mais”.
O amor ideal não é amor, e sim uma completude narcísica, por ausência da noção de alteridade e de distinção entre si e o mundo. Apenas com a maturidade, e com predomínio da realidade, é que conseguimos entender a verdadeira essência do amor.

Com o tempo, passamos a entender que o real é o que importa. O real é alguém que vai estar ao teu lado, para dividir os prazeres e os dissabores da vida; é saber aceitar as diferenças um do outro. 

Aprende-se, com o tempo, que o amor é experimentado em suas várias formas e que ser feliz é uma questão de escolha, uma escolha em reconhecer o que de fato importa.


Você também pode gostar

1 comentários

FANPAGE

@igpamelamarques


DIREITOS AUTORAIS

Todos os textos publicados aqui neste blog são de minha autoria ou de autores convidados. As fotos e gifs foram retiradas de sites como Pinterest e Tumblr, sendo assim, para de fim direitos autorais, declaro que as imagens NÃO pertencem ao blog. Qualquer problema ou reclamação quanto aos direitos de imagem podem ser feitas diretamente comigo por meio do e-mail: adm.pamelamarques@gmail.com. Eu darei os devidos os devidos créditos.