domingo, agosto 14, 2011
Sereno
terça-feira, agosto 09, 2011
Novos livros.
Hoje comecei a ler e estou me encantando e a primeira coisa que eu pude notar é que eu realmente não tenho muito cuidado com o que eu escrevo, apesar de expressar diversas vezes o amor que sinto ao escrever, percebi que sou muito relapsa em alguns quesitos. Não tenho toda aquela atenção ao escrever, justamente por sempre escrever em momentos bem rápidos e na maioria das vezes sem tempo. Eu não sei de que forma eu vou melhorar isso, mas pretendo dar uma atenção especial aos meus escritos. Afinal, eu pretendo algum dia ser uma escritora. E não apenas isso, quero ter o prazer de me deliciar com os meus leitores folheando meus livros, com os comentários e tudo mais.
Eu comecei a ler agora e pretendo no decorrer da leitura ir escrevendo aqui as minhas percepções e quem sabe assim animar vocês a escreverem também. Porque eu, sinceramente, acho um desperdício não publicarmos nossos livros. Há tanta coisa boa por aqui, que não pode somente ficar empoeirado por aí. Se perder no espaço cibernético.
Ah, para quem ficou curioso em saber os livros que adquiri são os seguintes:
Marketing de Guerra - Al Ries, Jack Trout.
Marketing para o Século XXI - Kotler.
Princípios de Marketing - Kotler e Gary Armstrong.
Marketing Business to Business. É fazer ou morrer - Tavares e Olivieri.
O Deus (in)visível - Philip Yancey.
O amor nos tempos de cólera - Biel García Márquez.
Fallen - Lauren Kate.
Pode beijar a noiva - Patricia Cabot.
1001 livros para ler antes de morrer - Robert Dimery.
Você já pensou em escrever um livro - Sonia Belloto.
Regra para revolucionários - Guy Kawasaki.
E uma coleção com 5 livros da gazeta: Gestão de Capital Humano, Gestão Empresarial, Economia Empresarial, Finanças Empresarias e o último Marketing.
E gostaria de agradecer ao Ralph e a Célia pelo livros que ganhei de presente ;)
Sônia Belloto.
sábado, julho 30, 2011
Tarde junho.
Desde que ele entrou em sua vida o mau-humor foi passear n'outro canto. Há dias que não escurece, que a noite vem experimentando a solidão. Porque para ela o sol sempre está apontando no horizonte desde que ele começou a fazer parte do universo dela. A mente dela navega além-mar durante as horas que permanece estudando na biblioteca central. Já não há como negar que ele mexe. Sim, mexe e muito com a sua cabeça, quiçá coração. E enquanto ela caminha para sua casa, atravessando a rua ela pensa: "meu Deus, como alguém pode nascer uma única vez e ser dotado de tantas qualidades?" - E ri de si mesma com tal interrogação.
Ela, que não conhecia o amor antes de avistá-lo nos olhos azul-piscina dele. Que aprendeu a aprecia o algodão doce do seu Zé da esquina ao lado, que entendeu que o mundo estava além dos seus livros de anatomia animal, essa mesma menina conheceu novos sabores e experimentou vários cheiros daí então. Ele que com seu jeito doce, tímido e incauto de ser conquistou cada milímetro do seu coração, que por vezes mostrava-se gélido, tornando-o aquecido, quente como o Sol das dez da manhã.
A moça de olhos rasos começou a compreender que crescia dentro de si um sentimento inexplicável, talvez não tivesse sentido qualquer sensação parecida até conhecê-lo. Talvez não. Tinha absoluta certeza disso. E ela permitia afogar-se naquele mundaréu de emoções, aquela tempestade de sentimentos indecifráveis e por incrível que pareça, embora a confusão estivesse plantada em seu peito ela só conseguia sorrir e sentir-se feliz com cada faísca de ilusão e amor-recíproco que nascia entre eles.
E desse amor que nasceu insuspeitado, nasceu uma das mais belas histórias de amor já contada. Uma história de superação, recheada daquela velha pieguice que adoramos tanto ler. Afinal o amor é piegas.
Àqueles que sentem saudade do Evan e Alice. Um livro incompleto. Por enquanto.
sábado, julho 23, 2011
Três.

Eu tinha nas mãos um coração dividido e várias interrogações que piscavam em luzes de neon. Buscava o limiar das minhas emoções, aquela linha tênue que dividia a paixão do bem-querer. Eu não amava nenhuma das duas, talvez tivesse acostumado a comodidade de suas carícias, os telefones e sms que inflavam o meu ego.
Só que com o tempo eu percebi que elas sofriam, mas como eu poderia dar adeus a qualquer uma delas? Eu me sentia no romance Dona Flor e seus dois maridos, sim. Talvez eu esteja enganado quando disse anteriormente que não amava nenhuma das duas, mas é que me parece cafageste afimar isso. Okay, sei que é cafagestagem de qualquer forma. Mas, entendam-me, sou apenas vítima desse coração bandido e incauto que tende a me pregar peças.
Eu não entendo como um coração pode agir dessa forma com alguém, calculando friamente cada passo. Mandando sem medidas no cérebro e me fazendo cometer atos impensados. O pior é não saber como pará-lo sem que alguém se machuque cruelmente.
Tudo o que ando sentindo ultimamente é tão excruciante que me falta forças para continuar, talvez eu tenha tipo um choque de realidade. Talvez tenha me comovido com as mocinhas que sofrem e correm no filmes de bang-bang ou talvez, apenas, eu tenha escutado algum cantor chorar minha história em alguma música.
A única coisa que sei, garotas. É que a decisão está nas mãos de vocês. E retifico quando disse que não as amava, talvez não exista palavra para definir o que bate cá dentro. Ultrapassa todas a maneiras de amar. É infinito.
Com amor,
Carlos.
quinta-feira, julho 14, 2011
O fim da linha.
Não sei. Só queria dizer adeus de uma forma que você se lembrasse sempre. Que fosse importante como o início. Que não doesse. E embora eu esteja forte ou me sinta forte não sei o que acontecerá de que agora em diante. A vida, sem você, eu não gostaria abraçar. Novamente.